Os primeiros telescópios práticos foram utilizados na Holanda, no início do século 17, para aplicações terrestres e na astronomia . Os instrumentos pioneiros ficaram conhecidos como telescópios refratários e, ao longo dos séculos, sofreram variações e aperfeiçoamentos. Durante o século 20, diversos outros modelos de telescópios foram inventados, entre eles o radiotelescópio na década de 1930, e telescópio infravermelho nos anos de 1960. A palavra telescópio foi criada pelo matemático grego Giovanni Demisiani, em 1611, ao referir-se a um dos instrumentos de Galileu Galilei. Entretanto, o primeiro registro do objeto é de 1608, em uma patente submetida ao governo da Holanda pelo fabricante de Middelburg. O primeiro inventor é desconhecido, mas acredita-se que Galileu teria ouvido falar na criação e decidido construir a sua própria versão, em 1609. Fonte: https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/descubra.com
Fazer a barba, combinar tons de roupas, ficar bonito diante do espelho e até preparar alimentos faz parte da vida das pessoas com deficiência visual. As adaptações e os sentidos para uma rotina sem segredos é o que apresentamos na construção de uma rotina diária em "Novo Olhar". Quando criança a pessoa com deficiência visual conta com ajuda dos pais para vestir-se, pentear os cabelos, arrumar as roupas e ficar em dia com os cuidados básicos necessários. Mas como fazer isso longe dos pais? Nesse momento entra em ação os outros órgãos do sentido para dar sentido à vida: a audição, tato, o olfato e o paladar, são as principais ferramentas utilizadas para as adaptações necessárias ao cumprimento de uma rotina de trabalho, lazer e estudo no cotidiano do deficiente visual. O forno de micro-ondas é alternativa comum em casa, comida requentada e o seu cheiro é a forma de perceber quando ela está no ponto. Adaptações em botões com cola em relevo, ainda dão um jeitinho na falta de aces...
Os cérebros de alguns animais também possuem certas características peculiares que estão diretamente relacionadas à sua sobrevivência. Neste texto, compartilhamos quatro informações incríveis sobre eles! 1. Os nove cérebros dos polvos O sistema nervoso inteiro dos polvos é realmente impressionante, afinal, ele precisa controlar cada um de seus oito tentáculos de forma semi-independente do resto do corpo. Para garantir essa façanha, os polvos não têm um sistema nervoso centralizado, embora haja um cérebro principal que comanda o resto. Dos 40 milhões de neurônios dos polvos, 60% deles estão dentro de seus tentáculos. Cada grupo de neurônios funciona como um "minicérebro", permitindo que cada tentáculo processe informações sensoriais e controle seus movimentos. Por isso, pode-se dizer que os polvos têm 9 cérebros, o que facilita na atuação de cada uma de suas diferentes partes. Há um cérebro central que comanda as decisões cruciais, e os outros que agem em funções menos importa...
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